Recebi e-mails muito bacanas de outros bipolares que chegaram até aqui por causa do meu post-desabafo. Em comum com minha história, relatos de muito sofrimento e inúmeras perdas. Como ouvi um especialista descrever certa vez, o bipolar sofre e faz sofrer, levando uma vida de altos e baixos que fazem com que ele tenha uma expectativa de vida em média mais curta do que a da população em geral. Para piorar, é extremamente resistente ao tratamento.
Vai parecer absurdo, mas só agora começo a aceitar totalmente o fato de que sem os medicamentos é uma questão de tempo até eu chegar ao fundo do poço de novo. Há meses venho me sentindo mais e mais deprimida e fóbica. As manhãs são sempre o período mais difícil do dia, tudo é um esforço enorme: colocar as pernas para fora da cama, tomar banho, pentear o cabelo... O pensamento a respeito das 24 horas que tenho pela frente é sempre angustiante.
A depressão bipolar é muito diferente daquela tristeza natural que nos acomete quando sofremos alguma perda ou frustração na vida. Na depressão você se sente miserável mesmo se tudo na sua vida está perfeito. Não resolve ir ao shopping fazer compras, mudar a cor do cabelo, ver uma comédia bobalhona, jantar em um restaurante bacana ou ouvir o marido repetir o tempo todo que te ama.
Seu closet está cheio de roupas e acessórios lindos que você nunca usa porque se sente um lixo. Os filmes que te interessam são sempre aqueles que te deixam ainda mais deprimida. Você desiste do restaurante bacana quando pensa no esforço de se arrumar para a ocasião. E será dominada pela culpa toda vez que seu marido te fizer um agrado, porque embora você o ame com todas as suas forças, não consegue se sentir feliz com nada.
Não é ingratidão, frescura, preguiça, ruindade ou falta do que fazer. Você entende o que há de errado, só não tem forças para reagir. O problema é na química do cérebro. Só remédio resolve. O apoio da família também é fundamental.
Meu marido, que demorou para entender o que eu tenho, é hoje meu maior aliado nessa batalha. Tenho muita gratidão por todo o amor e cuidado que ele tem demonstrado por mim, principalmente pelo que tem abdicado para estar comigo agora. Viagens, passeios, clube, jantares, ficou tudo congelado nesses meses trancados em casa porque eu não sinto vontade nem energia para fazer nada e tenho cada vez mais pavor de lugares públicos. Ele nunca reclama.
Percebi que mais do que amor, a melhor forma de retribuir toda essa dedicação é cuidando de mim mesma. E é por isso que finalmente decidi procurar a ajuda de que necessito. Confesso que estou com medo de ver um psiquiatra aqui e passar por todo esse processo de novo, mas não há outro jeito. É isso ou perder de vez a capacidade de ter uma vida funcional e produtiva. O tratamento é chato, é preciso disciplina e uma rotina rígida, os medicamentos trazem alguns efeitos colaterais, mas são eles que literalmente salvam a nossa vida.
Este blog não pretende se tornar o diário de uma bipolar. Escrevi este post especificamente para retribuir os e-mails que recebi de outros bipolares (cujos nomes não menciono por razões óbvias) e alertar os que estão descuidando da própria saúde a procurarem ajuda imediata. Para os que já estão sob algum tratamento, não cometam o mesmo erro que eu tantas vezes cometi e que quase custou minha vida: não interrompam o tratamento.
Por fim, mas não menos importante, não confiem nos conselhos mal intencionados de pseudo-amigos que te incentivam a parar com os medicamentos porque "eles viciam" e você "já parece bem". Em primeiro lugar, eles não viciam e só seu médico está habilitado a tomar essa decisão junto com você e eventualmente sua família. Em segundo lugar, lembrem-se de que são os remédios que te deixam estável. Interrupções no tratamento provocam recaídas cada vez mais duradouras e difíceis de serem tratadas.
O Transtorno Bipolar é uma doença crônica, mas uma vida normal e produtiva são plenamente possíveis se a disciplina no tratamento for mantida, o nível de estresse controlado e comportamentos de risco forem evitados. Faça da sua saúde a prioridade da sua vida. Isso até pode soar meio clichê, mas é absolutamente verdadeiro e se aplica a todos.
Vai parecer absurdo, mas só agora começo a aceitar totalmente o fato de que sem os medicamentos é uma questão de tempo até eu chegar ao fundo do poço de novo. Há meses venho me sentindo mais e mais deprimida e fóbica. As manhãs são sempre o período mais difícil do dia, tudo é um esforço enorme: colocar as pernas para fora da cama, tomar banho, pentear o cabelo... O pensamento a respeito das 24 horas que tenho pela frente é sempre angustiante.
A depressão bipolar é muito diferente daquela tristeza natural que nos acomete quando sofremos alguma perda ou frustração na vida. Na depressão você se sente miserável mesmo se tudo na sua vida está perfeito. Não resolve ir ao shopping fazer compras, mudar a cor do cabelo, ver uma comédia bobalhona, jantar em um restaurante bacana ou ouvir o marido repetir o tempo todo que te ama.
Seu closet está cheio de roupas e acessórios lindos que você nunca usa porque se sente um lixo. Os filmes que te interessam são sempre aqueles que te deixam ainda mais deprimida. Você desiste do restaurante bacana quando pensa no esforço de se arrumar para a ocasião. E será dominada pela culpa toda vez que seu marido te fizer um agrado, porque embora você o ame com todas as suas forças, não consegue se sentir feliz com nada.
Não é ingratidão, frescura, preguiça, ruindade ou falta do que fazer. Você entende o que há de errado, só não tem forças para reagir. O problema é na química do cérebro. Só remédio resolve. O apoio da família também é fundamental.
Meu marido, que demorou para entender o que eu tenho, é hoje meu maior aliado nessa batalha. Tenho muita gratidão por todo o amor e cuidado que ele tem demonstrado por mim, principalmente pelo que tem abdicado para estar comigo agora. Viagens, passeios, clube, jantares, ficou tudo congelado nesses meses trancados em casa porque eu não sinto vontade nem energia para fazer nada e tenho cada vez mais pavor de lugares públicos. Ele nunca reclama.
Percebi que mais do que amor, a melhor forma de retribuir toda essa dedicação é cuidando de mim mesma. E é por isso que finalmente decidi procurar a ajuda de que necessito. Confesso que estou com medo de ver um psiquiatra aqui e passar por todo esse processo de novo, mas não há outro jeito. É isso ou perder de vez a capacidade de ter uma vida funcional e produtiva. O tratamento é chato, é preciso disciplina e uma rotina rígida, os medicamentos trazem alguns efeitos colaterais, mas são eles que literalmente salvam a nossa vida.
Este blog não pretende se tornar o diário de uma bipolar. Escrevi este post especificamente para retribuir os e-mails que recebi de outros bipolares (cujos nomes não menciono por razões óbvias) e alertar os que estão descuidando da própria saúde a procurarem ajuda imediata. Para os que já estão sob algum tratamento, não cometam o mesmo erro que eu tantas vezes cometi e que quase custou minha vida: não interrompam o tratamento.
Por fim, mas não menos importante, não confiem nos conselhos mal intencionados de pseudo-amigos que te incentivam a parar com os medicamentos porque "eles viciam" e você "já parece bem". Em primeiro lugar, eles não viciam e só seu médico está habilitado a tomar essa decisão junto com você e eventualmente sua família. Em segundo lugar, lembrem-se de que são os remédios que te deixam estável. Interrupções no tratamento provocam recaídas cada vez mais duradouras e difíceis de serem tratadas.
O Transtorno Bipolar é uma doença crônica, mas uma vida normal e produtiva são plenamente possíveis se a disciplina no tratamento for mantida, o nível de estresse controlado e comportamentos de risco forem evitados. Faça da sua saúde a prioridade da sua vida. Isso até pode soar meio clichê, mas é absolutamente verdadeiro e se aplica a todos.

26 Comments:
Embora já tenha estudado sobre muitos transtornos na faculdade, estudar uma coisa, ver na teória,
é completamente diferente de passar por eles. Eu não consigo imaginar como seja lutar contra tudo isso, mas fico feliz que vc tem pessoas do seu lado, te ajudado! As vezes eu fico com preguiça de sair/levantar da cama/ver outras pessoas, mas imagino que nos transtornos seja isso multiplicado por 100.
E não tem ninguém na fila não! Vc foi a primeira e única pessoa que eu ofereci o livro! Acho que é pq é o tipo de leitura que vc já falou tanto que gosta, que eu prefiro - embora o livro não seja nem meu em primeiro lugar - enviar para alguém que sei que vai aproveitar!
Eu achei bem legal isso da Georgia, a idéia é ir passando o livro a diante e ver se ele vai rodar o mundo, mas não acho que seja uma coisa obrigatória! E quem quiser pode passar pra o vizinho que não roda o mundo mais ainda é passar adiante!
Eu vou ler, e quando terminar pego o seu endereço e mando pra vc!
Boa semana pra vc e força por ai!
bjs!
Muito bem escrito o post. Infelizmente acho que muitas pessoas param o tratamento ou até mesmo nem começam por causa do preconceito que existe diante das doenças psiquiátricas. Uma lástima...
Eliane, esse post ficou excelente. Acho que muita gente tem a ganhar ao ler seu depoimento.
Quando comecei a estudar Psicologia, me apaixonei pela area de psiquiatria. Mergulhei nos estudos, aprendi muito, me interessei muito. Consegui entao um estagio numa clinica que eles chamavam de "Hospital Dia". Alguns pacientes iam todos os dias da semana, durante todo o dia (os mais graves), alguns iam duas, tres vezes na semana, por algumas horas. A maioria dos pacientes tinha esquizofrenia, mas tambem tinham alguns com depressao, transtorno bipolar, entre outras. A clinica oferecia varias atividades, todas com o intuito de estimular e tambem integrar as pessoas a sociedade. Nos faziamos aula de teatro, artes, pintura, assistiamos filmes e tinhamos discussoes, iamos a praia, alguns pacientes faziam aula de surf, iamos ao clube. Eu amava aquele lugar. Pelo simples fato de que eu estava vendo o progresso daquelas pessoas, vi que era possivel viver com a doenca, e ter uma vida plena. Me fazia feliz. Mas escrevi tudo isso pra dizer que uma das coisas mais importantes que eu aprendi nos anos que trabalhei la foi que a parte mais importante desse processo, alem dos remedios e terapia, como voce mesma disse, e o apoio da familia. Infelizmente, nem todas as pessoas com quem eu tive contato tinham esse apoio, mas era muito claro a diferenca que fazia pras pessoas que tinham a familia junto com elas nessa caminhada.
Infelizmente, existe um estigma muito grande em relacao a medicamentos. Posso dizer que ate entre psicologos. Pelo menos essa foi minha experiencia. Quem sabe um dia as pessoas serao mais open minded?
Meninas, obrigada! Acabei de marcar consulta com um psiquiatra para a semana que vem. O médico me ligou de volta e fez algumas perguntas sobre meu problema. Eu tremia mais que vara verde. Esta é a terceira vez que marco consulta com um psiquiatra aqui. Tive tanto medo que desmarquei as 2 primeiras vezes. Esta prometi a minha mãe e a meu marido não desmarcar. Ainda estou com medo mas vou seguir firme. Sabe o que é pior? Ver a vida passar e não conseguir sentir prazer com nada. Vocês têm sido muito legais. Tô aqui digitando e chorando. Nunca fui de chorar mas nos últimos tempos tenho chorado por qualquer coisa. ;E uma merda se sentir desse jeito. Um beijo em cada uma.
I am very proud of you
Eli, eu sei que dizer "não tenha medo" não adianta muito, mas mesmo assim vou dizer não tenha medo! Vá no médico e consiga a ajuda necessaria! Tenho certeza de quando vc tiver conseguido vencer isso e estiver bem melhor, vai dar risada desse medo que sentiu. Ninguém está lá pra te julgar, só pra te ajudar!
E antigamente eu tinha vergonha de chorar, chorar com qualquer coisa que fosse (filmes, enterro, despedidas)... hoje em dia percebo que devia ter vergonha de não chorar! E vejo como ficar prendendo só deixa a a dor/incomodo pior dentro do peito!
bjs
Que bom Eliane, nao desmarca nao, vai na consulta e se voce nao gostar, marca com outro ou outros medicos ate voce achar um profissional que te agrade!
Parabéns! E Parabéns! Um ótimo texto em todos os sentidos. Eu fico muito feliz de encontrar pessoas assim, expondo a importância da adesão ao tratamento do transtorno. Seu relato expressa meu ponto de vista. Gostei especialmente quando disse: "Não é ingratidão, frescura, preguiça, ruindade ou falta do que fazer. Você entende o que há de errado, só não tem forças para reagir". Se quiser algum dia compartilhar suas experiências, visite o blog que mantenho, eu tenho certeza que seus textos podem ser úteis a outras pessoas. Enfim... Parabéns!
Eliane,tenho 2 irmãos com esse transtorno e sei bem do que você fala. Mas sei também que com o tratamento adequado, a vida pode seguir "normal". (O que é "normal"?!).
Você é privilegiada e tem uma família que a apóia e mesmo essa família longe, encontrou o homem que a ama e está disposto a ficar a seu lado.
Tudo é possível. Tenha fé. Bj
Welcome back!
Encare o blog como uma arma no auxilio ao seu tratamento, um lugar onde tanta gente do bem vem aqui pra te dar uma forca e pensamentos positivos.
Nao tenha medo de pedir ajuda nem do tratamento. Life is short, e todos merecemos ser felizes!!
Bjs
Dri Miller
Eliane,
Adorei o post, claro e objetivo como voce! Confie em voce e va' ... O benefi'cio sera' seu e por voce ... Voce ja' deu o primeiro passo marcando a consulta ... vamos ao segundo passo ... estou torcendo por voce e venha nos contar, se quiser, como foi ... aguardo boas noti'cias ... beijos e se cuide
Domingos Diadema Brasil
olá
Eliane,
achei muito interessante o post, estou em tratamento a quase três anos já passei por vários psiquiatras e minha esposa teve que me internar pra gente saber o que eu tinha, em fim descobrimos que sou bipolar já tomei vários remédios pra chegar em um que me estabiliza melhor, acho que vc tem que procurar sempre o melhor,um bom psiquiatra não parar de tomar os remédios um bom psicólogo também ajuda um abraço
Oie , como eu adoro ler seu blog ! eu sempre quis saber o que era transtorno bipolar e procurar me inteirar mais sobre o assunto, mas nunca encontrei repostas que me fizessem entender e atraves de voce pude conhecer mais sobre o assunto por que alem de voce saber sobre voce vivencia , encontrei alguns artigos falando sobre o transtorno bipolar mas visto do ponto de vista de um especialista e isso as vezes para uma leitora como eu fica meio vago para entender.
Voce trouxe mais luz e esclarecimento por que fala do coracao e tudo que voce sente , tenho certeza que atraves do seu blog muitas pessoas vao ler e buscarao ajuda para o tratamento .
Voce parou para pensar que um assunto sobre o TAL IKEA , pessoas infurecidas mandando emails malcriados para voce descordando com o seu potno de vista lhe proporcionou?
Eu adoro esses desfechos que a vida nos proporciona algo que foi negativo para voce depois de algumas semanas lhe trouxe sementes positivas ! Quem pensou que iria te deixar para baixo para o resto do ano caiuuuu do cavalo,por que agora voce ressurgi com forca , cheia de plansos e expectativas e muito mais pessoas que passam pelo que voce passa estao buscando ajuda, lendo seu blog e se sentindo mais apoiadas.
Olha eu torco por ti !!!! quero que tudo de bom aconteca para voce atraves desse tratamento, uma nova fase comeca na sua vida , estou feliz por voce ter voltado !!!
Bjs
Não queria encher de abobrinhas o seu espaço que por sinal é tão bem organizado, escritos, assuntos tão interessantes; gostei do formato, dos assuntos e me identifiquei com parte deles.
Obrigada por me dar este lazer! =)
A intenção é mesmo a de te dizer o que na verdade acho que você já sabe: a gente tem que aprender a conviver com os problemas.
Eu tenho quelóides. Lembra de quem come o sal? Pois é. Mas ando aprendendo a conviver com o problema até encontrar uma solução, tratamento...
É isso!
Te desejo uma ótima consulta, eu realmente espero que ela seja de suma importância para melhor compreensão de teu problema.
Um abraço,
Luziana
Obs.: Ahhh, Eliane, por favor, pergunta a Flavi, do TIMTIM-POR-TIMTIM, como faço para deixar um comentário no espaço dela. Eu sou candidata ao K1 - VISA FIANCEE e queria tirar umas dúvidas e não sei como e nem com quem. Se puder me ajudar... No teu, foi moleza, mas no dela, estou louca procurando e não acho a janelinha para o comentário.
Desde já agradeço
Adriana: como sempre, uma fofa! Estou sempre indo no seu blog e nunca comento porque leio vários posts de uma vez só, vou lááá nos antigos, tanta coisa boa, aí deixo pra comentar depois. Vou corrigir isso! Obrigada e um beijo
Lúcia: espero que seus irmãos estejam se cuidando melhor do que eu sempre me cuidei. Tudo de bom pra eles e obrigada novamente por suas palavras.
Vanessa: como a Adriana, você é sempre fofa, sempre tem algo simpático para me dizer. E eu que lembro quando você ainda estava enroscada com a papelada do K3 e agora vou no Orkut e vejo suas fotos, os passeios e sua integração aqui. Como passa rápido e me faz bem saber que você está feliz. Abração
BipolarBrasil, obrigada. Já estou seguindo seu site, que achei super útil e interessante. Com certeza acho que compartilhar nossas histórias uns com os outros é de grande ajuda para todos. Vou passar lá e deixar meu relato. Abraço
Domingos, fico contente em saber que você encontrou um bom psiquiatra. Isso é super importante. Como você, precisei ser internada para receber o diagnóstico correto. Muito sofrimento. Fui a vários psiquiatras antes de firmar com uma profissional muito boa e compreensiva que me tratou até pouco antes de eu mudar para os EUA. Com os remédios foi a mesma coisa que com você. Continue firme no seu tratamento e fico feliz em saber que tem o apoio de sua família, que eles estão atentos a seu bem estar. Isso é fundamental para a gente. Obrigada pelo apoio e volte sempre. Tudo de bom para você.
Oi, Luz. O que você disse sobre termos de aprender a conviver com nossos problemas é super verdadeiro. Minha mãe é diabética e sempre me disse isso. Da mesma forma que ela precisa de insulina para controlar os níveis de açúcar, eu preciso para controlar o meu problema. Eu tenho uma amiga que também tem quelóides. Espero que você consiga o melhor tratamento possível para isso porque sei que não é fácil.
Há sim um cantinho para deixar comentários no blog da Fe, é que é tão pequeno e está misturado com outras coisas que fica difícil mesmo enxergar. Abaixo do título tem as tags (em azul) e logo no final "Leave a comment". Clica aí. Olha direitinho que você vai encontrar. No começo tive dificuldades pra enxergar também. Sugestão de sites para informações sobre o K1: www.imigrar.com e www.visajourney. O primeiro está em português, o segundo em inglês, mas sao ambos muito uteis para quem está imigrando para os EUA.
Obrigada pelos comentários sobre meu blog e pela força. Abração e muito boa sorte no seu processo.
Larissa, obrigada de novo. A consulta será na segunda-feira que vem. Com certeza virei aqui contar para vocês como foi. Estou esperançosa e determinada desta vez. Abraço!
Eliane, que noticia boa! Fiquei mto feliz de vir aqui e ler sobre sua procura por tratamento, e estou aqui torcendo por voce.
Beijao!
Muito obrigada pela dica, Eliane.
Quando quiser e se sentir à vontade para postar algo sobre o teu tratamento, faça! Minha amiga já conhece o teu blog embora, este não seja o enfoque dele, indiquei para ela e eu vi que ficou emocionada. Ela me disse que "te lendo", não se sente tão sozinha. Isso é tão legal de sua parte...
http://www.rubemalves.com.br/apipoca.htm
INDICAÇÃO - só porque gosto dele... rs
Tenha fé em qualquer coisa, Eliane. Fé! Nem que seja num raio de sol que entra pela fresta da porta... porque tudo dará certo.
De toda alma, tudo dará certo. Porque assim terá de ser.
Olá Eliane, que boa notícia! Legal que você voltou a escrever e está determinada a seguir em frente com o tratamento. Abs, Cintia
Oi Eliane, conheci seu blog logo apòs o seu post "dando um tempo"... e dalì, acabei lendo-o desde o inicio! Nao te deixei uma mensagem mas torci para que vc voltasse e continuasse firme e forte a sua caminhada, e para que eu pudesse te escrever! Adoro seu modo de escrever, perfeito, parece uma jornalista! Leio com muita facilidade! De toda a sua història naquele post, que com certeza tocou à nòs leitores, uma coisa que permaneceu na minha cabeça - e que sou plenamente de acordo com voce- è sobre o fato de ler blogs de pessoas que obviamente sao completamente diferentes de nòs, gostam de coisas que talvez nao gostemos, compram coisas que talvez nao comprarìamos, vivem de manieras diferentes, em lugares diferentes e com outras experiencias em seus passados, mas mesmo assim as acompanhamos naquele pequeno espaço que nos atraì, que nos “completa” e que de alguma forma nos interessa: o blog!
Ninguèm è obrigado a concordar, mas a boa educaçao pede o RESPEITO individual e a liberdade de expressao. Assim como muitos a criticaram, voce viu como outros tantos te deram apoio? Pois è, eu sou mais uma! Torço por vc, pelo seu tratamento e pela sua carreira.
A proposito, me chamo Jacqueline, tenho 30 anos, nasci em SP e hà dois anos moro em Milao. Meu blog tadinho… tà vazio… pois nao escrevo com frequencia entao por enquanto sò coloco os links dos blogs que eu acompanho. Como o seu a partir de agora. Quando eu “resolver” escrever, te aviso…
Bjo grande e boa sorte!
Luz, você também gosta do Rubem Alves? Eu amo! Obrigada pela dica de site. Eu tenho fé nas pessoas, na família. Nenhuma pessoa ruim que cruzou meu caminho jamais me fez perder a fé nos seres humanos. Beijo
Fernanda: obrigada! Beijo
Cintia: pois é, eu tinha de fazer isso para voltar a ficar boa. Beijo
Jacqueline: obrigada por acompanhar e gostar do meu blog. Usando de muitas palavras foi isso mesmo que eu quis dizer, que podemos discordar uns dos outros, mas não desrespeitar a opinião porque isso é ultrapassar o limite do razoável e das boas maneiras. Como não canso de dizer, o que me faz seguir tantos blogs é o fato de que apesar das diferenças, essas sao pessoas cujas vidas gosto de acompanhar pelo que elas têm de interessante. Acho que quem não tem tolerância só pode viver sozinho, porque se relacionar será sempre difícil para elas. E todo esse apoio de vocês, que nem me conhecem pessoalmente, tem sido muito importante para mim. Sou muito grata. Por favor, avisa sim quando atualizar o seu blog que farei questão de segui-lo. Um abraço grande e tudo de bom pra você.
Oi querida!
Você sabe que eu estou sempre torcendo por você né? Fiquei feliz até mesmo com o post "Desabafo", foi uma forma de você começar a colocar pra fora as coisas que te deixam chateada. E é engraçado como a vida acontece do jeito certo (até mesmo quando é do jeito errado). Você agora vai ficar cada dia mais forte, e isso tudo é na verdade um grande aprendizado: você se conhece cada dia mais e sabe o que (e quem) te faz bem ou mal. E vai sabendo selecionar o que você quer manter (ou tirar) na sua vida.
Você é muito querida por várias pessoas (várias te conhecem pessoalmente e outras, como eu, nunca te encontraram) e tenho certeza de que a energia positiva que você está recebendo (tanto da América do Sul como do Norte!) é gigante.
Conte comigo pro que precisar, é só gritar! Hehehe! E aquele café vai acontecer um dia, deixa só esse inverno maluco de Michigan passar (e olha que nem começou)... :)
Beijão bem grande!
Fe
Oi Eliane ,
Obrigada por passar la no meu blog , eu sei ta meio abandonado , estou bem so bem mais corrido por aqui, agora com a filha cheia de atividades, e eu tambem estou trabalhando com professora substituta , e meio louco elas ligam de manha tipo 40 minutos antes , o jeito e me arrumar rapidinho . Ainda estou procurando outro emprego mais por enquanto e isso, quanto ao Halloween aqui nos curtimos , ja comprei pacotes de doces e chocolates, adoro as criancas tocando a campainha a cada 2 minutos ... rsrsrs.... tenta entrar no clima talvez se voce decidir pode comprar uma fantasia , ou fazer uma maquiagem exotica, tipo vampira... essas coisitas... so por pura diversao mesmo .
Eliane obrigada de novo por passar pelo meu blog e por se preocupar , desejo uma otima sexta para voces, e que venha um sabado bem divertido ... Happy Halloween , depois deixa a gente saber se foi agitado por ai .Ok
Beijos ,
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